Ex-empresário de Gaby Spanic rebate acusações da artista e expõe detalhes da relação profissional

Em meio a declarações recentes da atriz e cantora Gaby Spanic em programas televisivos, o empresário Andre Kostta decidiu se pronunciar para apresentar sua versão dos fatos e refutar as alegações feitas pela artista.

Kostta aborda a acusação de ter “roubado” o cachê de Spanic referente à participação em “A Fazenda”. Segundo o empresário, o valor retido foi destinado a cobrir adiantamentos da turnê “Spanic Experience”, que foram utilizados para despesas da residência da artista no México e custos advocatícios de pendências anteriores.

O empresário detalha que os repasses financeiros foram feitos para a conta da empresa, e não para sua conta pessoal, como alegado por Spanic. Ele explica que o contrato previa uma divisão de 70% para a artista e 30% para a Blast Music Record, tanto em lucros quanto em despesas. Kostta afirma ter pago integralmente os cachês combinados em agosto, sem descontos de impostos, e esclarece que publicidades da turnê, como a da Zero One Bet e da Record, foram divididas em pagamentos futuros.

Sobre o trabalho realizado para Magalu, Gaby Spanic acusou Kostta de tê-la roubado. O empresário rebate, informando que o pagamento deste serviço está agendado para janeiro de 2026, questionando como poderia ter se apropriado de um valor ainda não recebido. O restante, segundo ele, destinou-se a deduções da artista.

Kostta também comenta a postura de Spanic de denegrir sua imagem publicamente, sugerindo que a artista deveria buscar uma prestação de contas judicial. Ele relembra que, ao assinar o contrato com a Blast Music, Spanic teria recebido um documento juramentado, lido e concordado com os termos.

Controvérsia com ex-assessora

Em entrevista a Léo Dias, Gaby Spanic negou ter se envolvido em agressão física com sua ex-assessora, Suelen dos Santos Monteiro, descrevendo-a apenas como professora de voz. No entanto, o inquérito do caso relata que, embriagada, Spanic teria agredido a ex-assessora com tapas, puxões de cabelo, um soco e arranhões, além de quebrar seus óculos, proferindo insultos e ameaças.

Kostta ressalta que Spanic solicitou sigilo sobre o caso, mas posteriormente iniciou uma campanha de difamação contra a ex-assessora nas redes sociais, o que gerou linchamento virtual por parte dos fãs da artista.

O empresário também esclarece sua relação com a advogada Louis Layne Pinheiro, que Spanic alega ter conspirado contra ela. Kostta explica que conheceu Louis e seus sócios quando foram contratados para a defesa de Spanic, e que o relacionamento amoroso com ela começou posteriormente.

Histórico profissional e acusações

Ao contrário do que Spanic tem afirmado, Kostta garante que não a conheceu recentemente, pois trabalharam juntos em projetos entre 2016 e 2017. Ele também desmente a versão de que foi ele quem a procurou, afirmando que assistentes da artista o contataram para gerenciar sua turnê no Brasil.

Kostta relata que, apesar de suas ressalvas iniciais devido a dificuldades anteriores no trabalho com Spanic, aceitou o contrato. Ele menciona que surgiram problemas envolvendo acusações de agressão, o que o levou a arcar com custos legais. Segundo ele, a artista, com dificuldades financeiras, solicitou isenções contratuais. Após uma turnê bem-sucedida, divergências sobre pagamentos e dívidas resultaram na recusa de novas publicidades e perdas financeiras.

O empresário também aponta que Spanic o acusou de roubo, difamação e violência psicológica, movendo uma ação judicial. Ele se defende apresentando provas e alegando ingratidão, afirmando que ela distorce os fatos.

Kostta contesta a afirmação de que prometeu “mundos e fundos” para fechar contrato, citando que as negociações para “A Fazenda” só começaram em abril, quando a artista já estava no Brasil. Ele descreve Spanic como uma pessoa inconstante em seus compromissos, o que dificulta a relação profissional. Como exemplo, cita um episódio no Piauí, onde a artista se recusou a conceder uma entrevista coletiva com cerca de 60 jornalistas presentes.

Sobre a alegação de Spanic de que ele se negou a enviar medicamentos controlados para o filho dela nos Estados Unidos, Kostta esclarece que a compra e envio exigem laudo médico, tornando a operação inviável. Ele argumenta que a artista possuía assistentes para lidar com essa burocracia, enquanto sua responsabilidade era com a agenda profissional.

Diante do que considera inverdades, Andre Kostta afirma estar tomando todas as providências legais cabíveis para proteger sua reputação e a de sua empresa, que atua há muitos anos no mercado e com grandes artistas. Ele se diz frustrado com as acusações infundadas, mas confiante em apresentar provas que demonstrarão a verdade dos fatos.

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