O astro porto-riquenho Bad Bunny desembarcou em São Paulo para uma série de shows e, entre compromissos e passeios pela capital paulista, chamou a atenção por detalhes inusitados em seus looks. O cantor, que se apresentou no Allianz Parque nos dias 20 e 21, explorou a cidade com um estilo casual, mas foi a escolha de suas bolsas que gerou burburinho, especialmente um acessório em particular.
Em uma de suas primeiras aparições, ao visitar o renomado restaurante D.O.M., de Alex Atala, Bad Bunny optou por uma tote bag xadrez em verde e branco. A peça, assinada pela marca sul-coreana Post Archive Faction (PAF), conhecida por seu design experimental e funcional, custa aproximadamente R$ 2,2 mil. A marca, fundada em 2018 por Dongjoon Lim e Sookyo Jeong, tem se destacado no cenário da moda contemporânea pela fusão de tecnologia e estética arrojada.
No dia seguinte, durante uma visita a um café no bairro de Pinheiros, o artista exibiu um visual com as cores do Brasil – uma camiseta amarela e um boné verde. A composição foi complementada por uma bolsa vermelha adornada com diversos pingentes. O que realmente capturou o interesse dos observadores, no entanto, foi um ‘photocard’ – uma foto colecionável popular na cultura K-pop – pendurado como um amuleto. A presença do item gerou especulações e comentários nas redes sociais, com fãs curiosos para saber a quem pertencia a foto.
A escolha inusitada do ‘photocard’ em meio aos acessórios de Bad Bunny provocou reações entre os internautas, que compartilharam fotos e vídeos nas redes sociais, questionando a identidade do artista retratado e especulando sobre o conteúdo das bolsas do cantor, que parecem ter bastante espaço. A curiosidade sobre o que Bad Bunny carrega em suas bolsas se tornou um dos temas comentados após sua passagem pela cidade, antecipando a expectativa para os shows que marcaram sua estreia no país.

