A recente descoberta de uma jaqueta no túmulo de Dinho, o icônico vocalista dos Mamonas Assassinas, gerou especulações e curiosidade entre fãs e a mídia. No entanto, Jorge Santana, primo do artista, veio a público para desmistificar a origem da peça, afirmando categoricamente que a jaqueta encontrada não pertenceu ao cantor.
Santana, que mantém um vínculo próximo com a família e a memória de Dinho, buscou esclarecer os boatos que circularam a respeito da peça. Segundo ele, a jaqueta que repousa no local de descanso final do músico não é um item que fazia parte do seu acervo pessoal ou que tenha sido utilizado por ele em vida, contrariando as suposições que ganharam força.
A declaração do primo visa a trazer precisão às informações que cercam a história dos Mamonas Assassinas e seus integrantes, especialmente em momentos de homenagem e lembrança. A confusão em torno da jaqueta, embora compreensível dada a comoção que a descoberta causou, é agora esclarecida por quem possui conhecimento direto sobre o assunto.
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