A característica de ser uma pessoa sonhadora acompanha a autora desde a infância, com planos e aspirações para o futuro. Ao longo da vida, alguns desses anseios se transformam e amadurecem, mas outros permanecem latentes, aguardando o momento certo para serem concretizados. A reflexão é lançada aos leitores do Blog da Galera: quais são os seus sonhos?
Houve momentos em que os sonhos foram minimizados, rotulados como infantis ou inatingíveis. Essa descrença gerou tristeza e a sensação de impossibilidade, ou mesmo de tolice por nutrir desejos tão intensos.
A percepção que emergiu dessa experiência é que sonhar é, em si, um ato artístico.
Assim como na criação de uma obra de arte, seja uma pintura ou um livro, a ideia inicial se aprimora e, com dedicação e esforço, a visão se transforma em realidade. A jornada para a realização de um sonho pode exigir independência e uma luta árdua, ou, em alguns casos, pode ser mais fluida. Contudo, a desistência nunca deve ser uma opção.
A frase “Um sonho é um desejo que o nosso coração faz” transcende a letra de uma música, tornando-se um princípio norteador. Assim como a vida é indissociável do coração, sonhar é uma necessidade vital, intrínseca ao ser humano. Um sonho é uma parte imutável de quem somos, um tesouro pessoal inalienável. Embora possam tentar invalidar esses anseios e desestimular a busca, os sonhos permanecem guardados em nosso interior.
Sonhar é, portanto, um ato de resistência contra as adversidades e as vozes que propagam a impossibilidade de concretizar nossos desejos. Mas a verdade é que é possível.
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