Em meio ao reconhecimento por seu trabalho, Wagner Moura, recentemente eleito Homem do Ano pela GQ Brasil, tornou-se centro das atenções não apenas por sua atuação em “O Agente Secreto”, mas também por uma lembrança nostálgica compartilhada pela autora Manuela Dias. Em entrevista à publicação, Dias trouxe à tona um romance vivido com o ator durante os tempos de faculdade.
Ambos frequentaram o curso de Comunicação Social na Universidade Federal da Bahia, dividindo a mesma sala de aula com figuras como Jean Wyllys. Manuela Dias descreveu o início de sua paixão por Moura logo no primeiro encontro. “Wag é um desses amores que levamos para sempre, transmutado”, declarou Dias. Ela recorda o momento com detalhes: “Lembro até hoje da primeira vez que o vi: ele usava uma calça de alfaiataria feita por sua mãe, Piu Piu, e sapatos de camurça de amarrar. Existia algo em seu olhar que me capturou para sempre”.
A autora, conhecida pelo remake de “Vale Tudo”, também relatou a primeira vez que testemunhou Moura em uma performance teatral, sob a direção de Zé Possi Neto. “Quando o vi em cena pela primeira vez, tive certeza de que um foguete estava decolando, um vulcão entrara em erupção”, comparou. Ela completou a descrição do ator como um artista multifacetado: “Assim foi: o galã de olhos tristes vê horizontes cada vez mais longínquos. Ele é ator, pensador, escritor, ativista… um artista que amplia todos os conceitos”.
Atualmente, Wagner Moura é casado com Sandra Delgado, que também foi colega de turma na UFBA e com quem iniciou um relacionamento após o período acadêmico. O casal tem três filhos: Bem, Salvador e José. A família reside em Los Angeles há oito anos, cidade onde o ator tem construído uma sólida carreira internacional.

