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Game Of Thrones: os fãs listaram os momentos mais pesados da série, confira

 

A noite de domingo (14) será marcada pela estreia da última temporada de uma das séries mais épicas da história da televisão: Game of Thrones.

A série terá o primeiro episódio de seu último ano exibido na noite de hoje e a HBO realizou uma pesquisa entre os fãs para saberem qual foi o momento que mais impactou os espectadores.

Unindo dados da América Latina, o canal pago listou os momentos mais memoráveis, épicos e cruciais da trama baseada na obra de George R.R. Martin.

Como já era de se esperar, os entrevistados consideraram traições e a luta incessante pelo poder como os momentos mais fortes da história.

Veja a lista das seis cenas mais votadas abaixo:

  1. O Casamento Vermelho (25%)
  2. A Batalha dos Bastardos (11%)
  3. A morte de Ned Stark (9%)
  4. O nascimento dos dragões (5%)
  5. Daenerys emergindo do fogo (4%)
  6. A morte de Joffrey (4%)

O casamento vermelho é um dos momentos mais pesados de toda a série: a brutalidade do assassinato dos personagens até então principais da trama se tornou um verdadeiro trauma para os espectadores.

Nela, o então rei do Norte e pretendente ao trono, Robb Stark, sua mulher grávida, Talisa Maegyr, e sua mãe, Catelyn Stark, tiveram uma terrível surpresa preparada pelo anfitrião, Walder Frey.

Uma das cenas mais esperadas da sexta temporada foi a Batalha dos Bastardos. A história do episódio mostra a luta de Jon Snow para recuperar Winterfell.

A morte de Ned Stark, com a sua cabeça caindo diante da família Lannister e dos habitantes de King’s Landing, entre eles suas duas filhas Sansa e Arya, é também uma cena difícil de esquecer para 9% dos entrevistados.

Nós estamos ansiosos demais para acompanhar a estreia da oitava e última temporada que acontece hoje, 14 de abril, às 22h, no canal HBO e na HBO GO.

Todas as temporadas anteriores estão disponíveis na HBO GO.

Saiba tudo sobre o “Programa da Maisa” que estreia nesse Sábado, 16!

Foto: Divulgação SBT

Estreia nesse Sábado, 16 pelo SBT o “Programa da Maisa”.
Com direção de Lucas Gentil, o talk show está repleto de novidades e quadros pra lá de divertidos.

Além de apresentadora, Maisa é a adolescente com mais seguidores no mundo!
Hoje aos 16 anos, ela começou sua carreira aos 3, e comemora a estreia de seu programa nas tardes de sábado do SBT Foi uma surpresa muito feliz e eu já senti uma nova responsabilidade de que teria algo novo a enfrentar”, conta.

Para o primeiro programa, a convidada escolhida foi Fernanda Souza “A Fernandinha foi uma das primeiras pessoas que pensei para o programa. Sou fã dela”, comentou Maisa.

Confira o novo trailer de “Vingadores: Ultimato”

Confira o trailer de um dos filmes mais aguardados do ano.

Crítica | Boneca Russa é o “Feitiço do Tempo” da Netflix

Boneca Russa

Pode até parecer bobagem, mas será difícil a Netflix conseguir produzir um outro seriado tão leve de assistir com uma trama tão simples e divertira.

Com cerca de quatro horas de duração (contando os oito episódios), “Boneca Russa” ou “Russian Doll” consegue tornar o espectador um verdadeiro refém da trama que, mesmo se passando em um único dia, consegue instigar, transforma certezas e dúvida e desperta na audiência um verdadeiro sentimento de empatia com a protagonista.

Boneca Russa: vale a pena assistir?

Com toda certeza sim! Por mais que pareça ser uma trama boba ou que acabe se tornando algo maçante, você vai se surpreender com as possibilidades da história.

Cada personagem possui história própria e isso para mim é essencial para o sucesso de qualquer obra: eles existem no mesmo espaço e tempo independente do personagem.

A rede de conexões dos personagens, as vontades e até mudanças de opiniões entre as versões do mesmo dia deixam claro que a história não um “mais do mesmo”.

Algumas coisas podem até ser previstas, mas as ações da personagem principal, Nadia, mudam completamente o “roteiro” do dia, o que transforma a experiência do dé-jà-vu muito mais divertida.

Boneca Russa: dissecando personagens

Como eu disse antes, essa série conta com vários personagens e suas versões nas versões dos dias são muito diferentes: ou seja, varia de acordo com a ação da personagem principal e isso vale para ela mesma.

Ao descobrir que sempre ressuscita no dia do próprio aniversário, Nadia começa a procurar motivos para que isso esteja acontecendo e é aí que ela se depara com vários dramas internos.

A história liga sua mortalidade excessiva às suas experiências maternais, além do seu relacionamento com a filha de seu ex-namorado. Com todo o tempo do mundo, ela inicia sua busca por consertar coisas que ela talvez tenha feito de errado, para evitar que o loop continuasse.

Boneca Russa: a entrada de Alan na trama

Alan é um outro personagem que está vivendo no looping e é aí que a trama começa a se desenvolver: ela o ajuda a resolver problemas, enquanto ele o ajuda a desenterrar outros problemas maternais.

A entrada de Alan na série mostra que existe uma grande lição sobre empatia: principalmente porque ambos – mesmo com seus problemas – começam um a tentar resolver as questões do outro, enquanto tentam encontrar uma saída para o looping.

A história do rapaz é tão dramática quanto a de Nadia, mas enquanto ela luta contra problemas do passado, ele lida com problemas no presente e revive o pior dia de sua vida.

Um outro bom aspecto da série é a personalidade da protagonista: visivelmente problemática e desprendida de pudores, Nadia tem a língua afiada e se mostra um personagem que está absolutamente ignorando todo e qualquer julgamento e é isso que a leva a passar por vários momentos ímpares.

Sua ligação com suas amigas, terapeuta e até com um mendigo faz com que o espectador sinta vontade de ver um pouco mais, de entender e estar por dentro daquela relação.

Essa série é um acerto muito grande da Netflix, seja porque é uma comédia que faz refletir ou um drama que faz rir, vale muito a pena gastar um pouco do seu tempo assistindo.

Crítica | The Umbrella Academy terá 2ª temporada?

The Umbrella Academy

Se eu pudesse destacar “The Umbrella Academy” em apenas uma palavra seria um palavrão, mas como posso descrever em mais algumas, vamos à crítica!

Essa série é um verdadeiro espetáculo e, por mais que eu tenha começado a assistir pensando que não iria curtir, fui surpreendido.

The Umbrella Academy

Baseada na HQ de Gerard Way (sim, do My Chemical Romance!) e do brasileiro Gabriel Bá, a novidade do Netflix consegue te prender e por isso, indico que assista num fim de semana, com bastante tempo para maratonar.

A série conta a história de um grupo de crianças que foram adotadas por um bilionário com um propósito muito estranho. Ele é lembrado em toda a série como alguém com nenhuma empatia e os filhos adotados, mesmo após estarem adultos, demonstram grande ressentimento do pai.

The Umbrella Academy – os personagens

Entre os personagens mais curiosos está Pogo, um macaco falante que não se sabe ao certo como conseguiu tal característica. A “mãe” do grupo é um outro personagem curioso, um robô que perdeu suas principais funções.

Mas ninguém supera o personagem Número Cinco. A única “criança” do grupo, ele também é o mais inteligente, a viagem no tempo e suas teorias sobre o fim do mundo o tornam interessantíssimo e com toda certeza sua história tem muito mais a render, inclusive até mais que da protagonista, Vanya, vivida por Ellen Page.

Por falar em Número Cinco, ele foi o grande responsável pela história realmente andar. A relação de Vanya com Leonard também é um ponto importante da trama, mas as idas e vindas acabaram tornando um pouco maçante para a dinâmica dos episódios.

Tudo bem que a personagem era ingênua, mas se manter por tanto tempo aceitando tudo mesmo desconfiando do rapaz é um pouco demais.

The Umbrella Academy: os coadjuvantes

Hazel e Cha-Cha, os coadjuvantes, foram muito mais memoráveis que personagens do elenco principal, como Luther (Número Um), por exemplo. A história deles me lembra algum filme do Tarantino e as discordâncias da dupla faz com que a trama seja bem mais interessante para o público.

Porém, o ponto fraco dos dois foi o exagero envolvendo Agnes, além do fato de que eles pareciam ser indestrutíveis.

O personagem Diego também tem uma boa história: o passado e o presente dele foram bem trabalhados, assim como sua paixão pela detetive assassinada. Seu jeito durão de resolver as coisas só me faz lembrar personagens que curto bastante: os anti heróis.

Allison é a que tem um dos poderes mais legais e mesmo assim acabou se envolvendo numa espiral de problemas óbvios demais. Sua relação com a filha tomou conta de sua história, me deixando a sensação de que ainda faltaram coisas a serem contadas.

A personagem provavelmente perdeu seus poderes ao ser atacada pela irmã, que lhe cortou o pescoço e a deixou sem voz. Esse foi um trecho que gostei e o personagem evoluiu após isso, saindo em defesa de Vanya e sendo muito mais útil que os demais irmãos, que tiveram a brilhante ideia de atacá-la.

The Umbrella Academy: Klaus

E por fim, mas não menos importante, o meu personagem favorito ao lado do Número Cinco: Klaus.

Talvez o personagem mais difícil de entender, Klaus possui uma comédia envolvida, além de uma vontade de ajudar misturada com seus próprios problemas pessoais. Ele usa as drogas para se afastar dos espíritos que pode ver e, estar longe deles, o fez apenas uma pessoa perturbada e viciada.

O personagem possui muito espaço para crescer ainda, principalmente por ter descoberto como usar seus poderes. Seu contato com o mundo dos mortos pode ser o mais útil poder do grupo.

The Umbrella Academy: segunda temporada

A série precisa de uma segunda temporada. Existem algumas coisas que precisam ser explicadas e outras que ainda podem ser muito mais trabalhadas. Os personagens com muito tempo na tela e com pouca ação, como é o caso de Luther, poderão receber um novo significado na trama.

Ah, vamos deixar aqui também uma honrosa menção ao excelente trabalho de Ellen Page que, mesmo num personagem pouco expressivo, conseguiu se destacar na atuação.

A Netflix acertou mais uma vez e provou que não precisa tanto assim da Marvel quanto pensavam.